sábado, 7 de maio de 2011

Software Social

Este tipo de software mais conhecido por redes sociais, suporta e muito bem interação grupal e tem um grande potencial educacional do qual é o seu melhor exemplo a Wikipédia.
Este tipo de software fornece segundo (Owen, e tal 2006) três tipos de interação:
1. Interação convencional entre um ou vários indivíduos, em tempo real ou seja, comunicação síncrona muito útil para trabalho colaborativo e em equipa;
2. Interação para retorno social, em que vários podem avaliar o trabalho de outro(os), ganhando-se com isso reputação digital;
3. Interação para as redes sociais poderem criar declaradamente suporte para novas interações a desenvolvendo novas relações.
Vários estudiosos afirmam que este tipo de software pode causar mudanças sociais os utilizadores deste softwares saem beneficiados em relação aos outros porque ficam mais interventivos e mais participativos, chegando até a despertar sentimentos sociais até ai fechados, o que pode levar a interpretações que o sistema chamado tradicional pode não incluir o conhecimento considerado mais importante promovendo mais o isolamento e a competitividade do que a colaboração e interação, tudo neste tipo de softwares parece mais fácil e mais agradável a quem o utiliza.
Este software estimula e potencia a aprendizagem colaborativa orientada para a partilha com a comunidade, isto tudo de uma forma voluntaria, essa associação e feita de uma forma intrínseca, natural sem o objetivo de ganhar nada com isso. Este tipo de interação chega a ser preferido aos cursos certificados são muitos os fóruns de ajuda principalmente na resolução de problemas informáticos, todos os técnicos de informática quando lhes surge um problema novo pesquisa de imediato nessas redes se já alguém teve um problema idêntico e como o resolveu, partindo-se de um pressuposto de confiança mutua, porque hoje precisas tu amanha preciso eu, neste grupos alem dos sobejamente conhecidos também podem ser considerados software social e neles se incluem os fóruns de ajuda em varias temáticas que vão desde jogos até a contribuições cientificas, partilha de ficheiros, partilha de links, etc…
Os melhores exemplos deste software, são os msn, os fóruns, blogs, wikis, jogos em rede, redes sociais, sites de vídeos como o youtube.
Claro que tudo na vida tem que goste e quem não goste, um pouco como alguns pensadores como Dvorak diz que são uma completa perda de tempo, porque quando deparados com situações de cara-a-cara, surgem algumas dificuldades por parte que quem abusa deste tipo de software, há também que diga que as redes tendem a perder a verdadeira função social devido ao número de utilizadores, ficando difícil de gerir uma rede social com um grande número de amigos, evitando com isso vírus e spams, que surgem na mesma razão do número e utilizadores (o serviço de conversação da Microsoft, mensenger é atualmente o maior difusor de vírus).
Também é verdade que muitas deste softwares são utilizados durante um curto espaço de tempo de depois abandonados ficando só a ocupar espaço de banda na WWW

Open Source ou Software Aberto

Este tipo de software gratuito surge como resposta a que tudo deve estar acessível sem se ter que pagar por isso, e também como forma que destruir monopólios instruídos pelas grandes empresas fabricantes de computadores, além de ser gratuito todo o usuário pode ajudar na sua evolução reportando avarias e acrescentando outras valências ao mesmo, como o numero de participantes e enorme consegue-se por vezes até conseguir softwares grátis melhores que muitos dos pagos.
Por detrás de grande parte deste software estão ma sua maior parte concorrentes da Apple e da Microsoft destacando-se de entre todas o responsáveis pelo Linux que é um sistema operativo grátis, que cada vês mais é utilizado e apoiado por grandes empresas do setor das novas tecnologias e grandes fabricantes de computadores pessoais, reduzindo assim os custos, quer na aquisição quer no preço de venda aumentando assim os lucros, prevendo-se um grande crescimento futuro ainda mais com a atual crise económica em que nos encontramos.
Por outro lado como são muitas cabeças a pensar, há por vezes falta de consenso no que incluir em cada programa acabando de incluir quase tudo e não especializando cada software independentemente melhorando assim a sua fiabilidade e competitividade.
Com isto tudo surgem por vezes questões de propriedade intelectual nem que seja da ser o dono da ideia, como se pode ver numa história passada para o celuloide este ano “A REDE” que conta a historia do aparecimento da rede social FACEBOOK, onde o seu inventor e fundador teve de indemnizar alguém que disse ser o dono dessa ideia. É certo que se não se tomarem medidas de proteção a estes dados os opositores poderão ganhar força porque são regidos por padrões que se dizem superiores por terem um background maior e mais interventivo, além de mais poder económico.